quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A Origem do Papado


O Sistema Católico Romano começou a tomar forma quando o Imperador Constantino, convertido ao Cristianismo presidiu o l.o Concílio das Igrejas no ano 313. No Século IV construíram a primeira basílica em Roma.

As Igrejas eram livres, mas começaram a perder autonomia com Inocéncio I, ano 402 que, dizendo-se “Governante das Igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele.”Leão I, ano 440, aumentou sua autoridade; alguns historiadores viram nele o primeiro papa. Naqueles tempos ninguém supunha que “S. Pedro foi papa”, fora casado e não teve ambições temporais.

O poder dos pretensos papas cresceu ainda mais quando o Imperador Romano Valentiniano III, ano 445, bajulado, reconheceu oficialmente a pretensão do papa de exercer autoridade sobre as Igrejas. O papado surgiu das rumas do Império Romano desintegrado no ano 476, herdando dele o autoritarismo e o latim como língua, embora o primeiro papa, oficialmente falando, foi Gregório no ano 600 d.C.

A palavra “papa” significa pae, até o ano 500 todos os bispos ocidentais foram chamados assim: aos poucos, restringiram esse tratamento aos bispos de Roma, que valorizados, entenderam que a Capital do império desfeito deveria ser Sede da Igreja.

Nicolau l, ano 858, foi o primeiro papa a usar Coroa. Usou um “Documento Conciliar falso (espúrio) dos Séculos 2.o e 3.o que exaltava o poder do papa e impôs autoridade plena r Assim, o “Papado que era recente, tomou-se coisa antiga.” Quando a farsa foi descoberta Nicolau já não existia!

O Vaticano projetou-se quando recebeu de Pepino, o Breve, ano 756, vastos territórios; essa doação foi confirmada pôr Carlos Magno, ano 774, quando ocupava o trono papal Adriano I. (Taglialatela, II pág. 44).
Carlos Magno elevou o papado a posição de poder mundial, surgindo o “Santo Império Romano” que durou 1.100 anos. Mais tarde, Carlos Magno arrependeu-se pôr doar terras aos papas. No seu leito de morte sofreu “horríveis pesadelos”. Agonizando, lastimava-se assim: “Como me justificarei diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas serão ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram devo merecer de Deus um severo castigo” (Piliati, Tomo I, ano 1776, Edson Thompson, Londres).

O Vaticano derramou muito sangue, até ser invadido pôr Napoleão Bonaparte, em 1806. O papa foi preso e perdeu suas terras; tentou reagir mais tarde, mas Vítor Emanuelli, ano 1870. derrotou novamente as “tropas do papa” tomando-se o primeiro Rei da Itália.

Assim caiu o “Santo Império Romano”! O Papa vencido advertia: “Não somos simples mortais” Ocupamos na terra o lugar de Deus, estamos acima dos anjos e somos superiores a Maria, mãe de Deus, porque ela deu a luz a um Cristo somente, mas nós, podemos fazer quantos Cristos Referia-se a transubstanciação. (Gazzeta da Alemanha n.o 21 ano 1870).

Até 1929, os papas ficaram confinados no Vaticano quando Mussoline e Pio XI legalizaram com o tratado de Latrão esse pequeno Estado religioso que atualmente é “controlado pela Cúria Romana, mas governado pôr 18 velhos Cordiais, que controlam a carreira dos bispos e monsenhores, o papa fica fora dessa pirâmide”. (Est. S. Paulo 28-3-82).

No Brasil a liderança Católica está nas mãos de 240 bispos mais conhecidos pelas suas posições políticas do que pela religiosidade. Estão divididos entre Conservadores, Progressistas e não Alinhados. (Dom Luciano Cabral. Rev. Veja 30-1-80).


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Perguntas aos Católicos sobre Sola Scriptura



1. Se a igreja Católica Romana deu a Bíblia ao mundo, sendo infalível em suas decisões, então por que muitos membros de seu clero rejeitaram os livros apócrifos?Roma rejeitou ou pôs em dúvida a canonicidade e autoria das epístolas de Tiago e Hebreus. Então porque mais tarde veio aceitá-los? E como ela pode aceitar livros como sagrados sendo que mais tarde estes vieram a ser rejeitados?

2. Se a igreja Católica realmente é dirigida pelo Espírito Santo de modo que os católicos podem confiar nela como sendo ” a única igreja verdadeira”, por que ela errou em coisas tão simples assim?

3. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397 d.C. então por que versões diferentes daquele mesmo cânon continuou a circular tempos depois?

4. Se a igreja Católica Romana definiu o cânon em 397, por que então a iniciativa foi de dois Sínodos africanos: Hipona (393 d.C) e Cartago, (397 d,C) e não de Roma?
Obs: mesmo que o concílio de Cartago em 393 tenha consultado Roma sobre o assunto do cânon não prova que Roma teve alguma participação direta ou iniciativa em determinar o cânon.
Ademais os dois concílios mencionados estavam sobre o controle das igrejas que mais tarde iriam tornar-se o que hoje conhecemos como ” igreja ortodoxa”. Como podem dizer que foi a igreja Católica Romana quem determinou o Cânon? Sendo assim, seria a Igreja Ortodoxa e não a católica romana que realmente deu a Bíblia.

5. Se a igreja Católica, deu a Bíblia ao mundo, por que ela não reclamou isto logo nos primeiros séculos? Por que teve de esperar até o século VXI no Concílio de Trento, para oficialmente juntar os livros apócrifos ao Cânon?

6. É interessante notar que ambos: Católicos Romanos e Ortodoxos reclamam ser os guardiões da Bíblia. Cada qual dizem que foi sua igreja quem deu a Bíblia ao mundo. Mas se ambos fazem a mesma reclamação por que então possuem livros diferentes em cada uma de suas Bíblias? Se ambas reclamam para si esta autoridade, então a autoridade de qual igreja nós deveríamos aceitar? E se ainda isto for caso de tradição, qual tradição nós deveríamos seguir neste caso?

7. Os católicos poderiam fornecer o exemplo de uma única doutrina que teve origem na tradição oral apostólica a qual a Bíblia se silencia?

8. Os católicos podem fornecer provas de que sua tradição doutrinaria é apostólica em sua origem?

9. Os católicos poderiam fornecer um único exemplo de uma inspirada ” revelação oral” apostólica (tradição inspirada) que difere da escrita (sagradas escrituras) ?

10. Se [os católicos afirmam que] não é permitido fazer interpretações particular da Bíblia, como saberemos então quem está dizendo a verdade quando as duas igrejas afirmam ao mesmo tempo que a ” tradição apostólica” apóia suas doutrinas, quando na verdade nós sabemos que elas são opostas entre si?

11. Se porventura o cânon hebraico foi definido somente no concílio de Jâmnia [como afirmam oscatólicos]. Então isto levanta a seguinte indagação: será que Deus deixaria de dar uma lista dos livros inspirados a Israel quando ainda estava em sua terra, para repentinamente fornecer esta lista em 70 d.C depois que Israel havia sido destruído?

12. Se a Igreja Católica Romana e a Ortodoxa se consideram cada qual o “pilar e o fundamento da verdade” e por isso protegida de erros, então por que elas mesmas ensinam doutrinas tão diferentes umas das outras? E como explicar os muitos erros e heresias feitos durante todos estes tempos por tantos papas e a igreja católica em geral?

13. Se as ambas as igrejas Católicas e Ortodoxas seguem exatamente a verdadeira tradição oral apostólica , como podem ensinar doutrinas tão diferentes aponto de uma não se comunicar com a outra se excomungando mutuamente?

14. Ambos Tertuliano e Jerônimo deu uma lista de tradições orais que não foram encontradas na Bíblia. (Tertuliano em De Corona, ch 3-4) e (Jerônimo, Diálogo Contra os Luciferianos, 8)
Tertuliano chegou a afirmar que muitas práticas ensinadas por ele não tinham base bíblica sendo sustentadas apenas pela tradição oral, por exemplo: batizar por imersão três vezes, dando ao batizando um pouco de “leite e mel” então proibindo a pessoa de tomar banho por uma semana; até mesmo o trabalho aos domingos foi proibido, e o sinal da cruz era para ser feito na testa. Jerônimo, seguindo Tertuliano, disse que essas “observâncias são derivadas da tradição, e tem adquirido até mesmo autoridade de lei escrita”. Nossa pergunta é:

a) porque a igreja católica não segue estas tradições ?

b) Por que a igreja Católica não pratica o batismo por imersão ?

c) Por que ela não imerge três vezes seus membros durante o ato batismal?

d) Por que o católico Romano e as igrejas Ortodoxas não guardam quaisquer destas tradições, com a exceção de imersão três vezes feito pela igreja Ortodoxa?

e) Se a ” tradição apostólica” ensina fazer o sinal da cruz na testa, por que ambas fazem-no no abdômen, tórax e cabeça, mudando assim esta prática?

f) Se devemos seguir as tradições orais da igreja , então por que ambas as igrejas que defendem esta mesma tradição não mais praticam estas coisas?

Veja algumas práticas consideradas “tradição oral” que nenhum católico pratica hoje em dia:

*Negar o diabo antes do batismo

*Batizar imergindo o fiel três vezes na água.

*Beber leite e mel depois do batismo

*Não tomar banho por uma semana depois do batismo

*Não trabalhar aos domingos

*Fazer o sinal da cruz na testa

15. Por que os católicos romanos sempre usam 2 Timóteo 2:2; 3:14 como prova bíblica de uma extra-bíblica tradição oral dada através de sucessão apostólica, quando esta mesma tradição diz que Timóteo foi bispo de Éfeso, que pela sucessão, faz parte da igreja Ortodoxa Grega e não da romana?

16. Se 2 Timóteo 2:2 prova uma suposta linha de sucessão, [pelo argumento acima] isto então prova também que a igreja Católica Romana está separada daquela sucessão, já que ambas não têm comunhão uma com a outra?

17. Por que quando o católico encontra a palavra tradição na Bíblia ele sempre interpreta como sendo a chamada “tradição oral” em vez de ser corretamente entendido como se referindo as palavras escritas dos apóstolos, sendo que a Bíblia chama as Escrituras de tradicao em 2 Tess. 2:15, e Atanasio chama de tradição as Escrituras?
Obs: Atanásio falava sobre “a tradição Apostólica ensinada nas abençoadas palavras de Pedro”, que dizia “Assim como Cristo sofreu por nós na carne” então cita: 1 Pedro 4:1; Tito 2:13; Heb 2:1 (Atanásio, Aos Adelphius, 60, 6).

18. Os Pais da Igreja acreditavam que Paulo havia dito em Ef. 3:3-5, que a Escritura podia ser compreendida através de uma mera leitura. Eles falavam que até mesmo os heréticos poderiam entender as Escrituras por apenas lê-la. Se até mesmo aqueles heréticos eram capazes de compreender a Bíblia, como então os católicos romanos ensinam que nós precisamos de um magistério eclesiástico para tal? (Tertullian, A Carne de Cristo, c. 20), (Atanásio, A Encarnação do Verbo, 56), (Hilario de Poitiers, A Trindade, Livro 1, 35 e 7,16)

19. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário que todos os protestantes fossem alfabetizados. Se possuir uma cópia das Escrituras é uma pré condição essencial ao Sola Scriptura, então o que dizer dos católicos analfabetos? Como eles irão saber que os ensinamentos de seus catecismos é verdadeiro? Se os católicos [analfabetos] podem entender o Catecismo por ter alguém que leia para eles, então por que não pode acontecer o mesmo com a Bíblia?

20. Os católicos alegam que para a doutrina da Sola Scriptura ser verdadeira seria necessário a distribuição universal da Bíblia em toda a terra. Ora, se isto é uma pré condição essencial de Sola Scriptura, então como os católicos sabiam que era verdade os ensinamentos do papa antes da época moderna da imprensa?

21. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como fazem os católicos analfabetos para saber seu catecismo? A mesma lógica não poderia se aplicar äs analfabetos católicos de ambas as igrejas? Se o católico pode “saber a verdade católica” por escutar leitura do catecismo por terceiro, então por que não podemos aplicar a mesma lógica quanto aos evangélicos em relação à Bíblia?

22. Se a capacidade para ler é uma pré-condição essencial ao Sola Scriptura, então como faz o católico analfabeto para saber o que o padre está ensinando é certo e está realmente de acordo com os dogmas católicos e decretos dos Concílios e dos papas se eles não podem ler os documentos?

23. Os católicos alegam que o método protestante de poder interpretar as Sagradas Escrituras pessoalmente com a ajuda do Espírito Santo não é um método válido de determinar a verdade por causa das inúmeras denominações que se dividiram usando este método. Mas se isto é verdade, então também é verdade que a sucessão apostólica e as tradições orais da igreja são igualmente inválidas como método correto de saber a verdade, porque a igreja Romana e a Ortodoxa são duas denominações que usam este método e ainda assim são divididas doutrinariamente. Ora, se a diversidade de doutrina e a diversidade de igrejas protestantes provam que a interpretação pessoal das Escrituras é um método falho não se dá o mesmo com os católicos e ortodoxos que usam o método baseado nas tradições da igreja, mas que mesmo assim permanecem divididos?

24. Os católicos podem provar que além das Escrituras outra fonte de autoridade doutrinária seja theopneustos (inspirada)?

25. Onde está escrito nas Escrituras que a tradição é igulamente theopneustos ?

26. Porque nem Jesus e nenhum dos apóstolos nunca incentivaram ou usaram a tradição oral para definir doutrinas?

27. Pode algum católico provar que as doutrinas do papado, indulgência, imaculada conceição, assunção do corpo e alma de Maria ao céu, virgindade perpétua, batismo infantil, os sete sacramentos, purgatório, e as demais doutrinas extra-bíblicas catóicas foram ensinadas pelos apóstolos?

28. Pode algum católico provar que em todas as tradições alegadas acima os pais da igreja [todos eles] estavam de pleno acordo?

29. Porque havia divergências sérias entre os pais da Igreja em torno de pontos doutrinários católicos que hoje se tornaram dogmas?

30. Porque a tradição oral católica precisou ser posta em forma escrita? Porque ela não permaneceu na forma oral? Isso não é prova de que a forma escrita é mais confiável que a oral?

Perguntas que merecem respostas.


Muitas perguntas tem sido levantadas a respeito da questão Bíblia X Tradição. Não pretendemos ser prolixo, no entanto procuraremos dar respostas adequadas a estas questões. São elas:

1. Deveríamos obedecer à igreja católica pois foi ela quem decidiu sobre quais livros deveriam constar no cânon bíblico.

Resposta: Essa pergunta é baseada em duas falsas premissas: a) A primeira é a que afirma que a Bíblia é apenas produto da Igreja. b) E conseqüentemente, a Igreja tem autoridade sobre ela. Perguntaríamos quem nasceu primeiro, a Bíblia ou a Igreja? A Bíblia é claro! A igreja é a coluna da verdade ou seja, sustenta a verdade desde que prega as escrituras que é a própria verdade. No tocante a questão da canonicidade, não devemos imaginar um grupo de homens com um punhado de livros sobre a mesa separando-os uns dos outros arbitrariamente. É verdade que muitos livros ficaram pendentes quanto ao serem aceitos por alguns cristãos. Todavia, isto se deveu mais a questões de comunicação entre o Ocidente e Oriente. Uma coisa é certa: os livros Bíblicos não se tornaram canônicos porque a igreja os incluiu em uma lista, mas porque ela já os reconhecia como divinamente inspirados. Tudo foi dirigido pelo Espírito Santo! Os primeiros concílios a classificar os livros canônicos foram os de Hipona (393) e os de Cartago (397), mas antes disso Atanásio (367) já os havia reconhecido como canônicos. A igreja apenas catalogou aquilo que era prática geral dos cristãos, e isto em parte para corrigir a lista formada pelo herético Marcião.

2. A doutrina da Sola Scriptura causou muitas interpretações e divisões no meio protestante por isto a livre interpretação da Bíblia não é correta.

Resposta: Os católicos se subordinam ao Magistério Eclesiástico, que segundo dizem é o único interprete infalível das escrituras. Todavia, o episódio de Beréia acaba por confirmar bem lá nos primórdios do cristianismo que os cristãos já usavam o princípio da Sola Scriptura. Eles foram chamados de mais nobres que os outros pois confrontaram a pregação oral do apostolo Paulo com o livre exame das escrituras, isto estava realmente de acordo com os princípios divinos de examinar as escrituras Isaías 34:16, João 5:39 e não ir além do que está escrito I Coríntios 4:6. Paulo exorta a timóteo a permanecer naquilo que ele conhece desde a infância pelo livre exame , ou seja, as escrituras: “e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação”. Quanto às divisões, posso afirmar que é irrelevante para o caso em questão, pois o problema não está com “Sola Scriptura”, mas com o coração do homem. Mesmo assim, não vejo aonde um punhado de tradição oral venha solucionar este problema, sendo que até mesmo na Igreja Católica existe divergências de opiniões e divisões, mas todos eles se centralizam na autoridade do papa. Nas denominações evangélicas tal não sucede pois descansamos nossa unidade doutrinária nas escrituras, é só comparar os credos de fé para constatar isto. Seguimos o exemplo das igrejas neotestamentaria que apesar de serem unidas na fé, todavia eram separadas entre si.

3. Porque só a Bíblia deve ser nossa regra de fé? 

Resposta: Diz o adágio popular: “Quem conta um conto, aumenta um ponto”. A palavra escrita é a maneira mais segura que Deus usou para preservar sua vontade dentro do espaço-tempo humano. A Bíblia é a única palavra inspirada de Deus na forma escrita, o mesmo não se dá com as tradições orais. A palavra inspirada, no grego theopneustos usada em 2 Timóteo 3.16 significa Deus soprou. Assim sendo, as Escrituras é soprada por Deus. Pedro falou que a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo (2 Pe 1.21). Isto confirma que os escritores foram movidos por Deus para escrever aquilo que ele queria. Se Deus inspirou os escritos, concluímos certamente que são perfeitos e infalíveis. Nunca encontramos que a palavra de boca-a-boca (tradição oral) é theopneustos [inspirada]. Jesus quando debateu com o Diabo não usou nenhuma tradição oral, mas usou a frase “está escrito” todas as vezes, uma referência clara as escrituras sagradas. Ele reprovou o método dos fariseus de tentar colocar no mesmo pé de igualdade tradição e escrituras. Os apóstolos na posição de apologistas sempre usaram as escrituras como meio de provar a fé cristã. Na idade pós-apostólica também. É interessante notar que nunca sequer a Bíblia afirma que um dos apóstolos lançou mãos de tradições recebidas de terceiras como meio de provar ou consubstanciar a fé cristã. Judas nos diz que a doutrina cristã chamada de fé (3) foi entregue uma “vez por todas”, para sempre, aos santos, não precisamos de novas revelações ou doutrinas fora da Bíblia, tudo já está completo. Sempre foi sola scriptura! 4. Mas em II Pedro 1:20 a própria Bíblia diz que as escrituras não são de particular interpretação?

Resposta: Antes de analisarmos II Pedro eu gostaria de fazer algumas observações importantes para demonstrar a inconsistência deste argumento. Na realidade o que isto quer dizer é que você pode ler a Bíblia contanto que você não questione qualquer doutrina ensinada pelo Magistério Eclesiástico da Igreja. e se porventura achar alguma contradição entre eles você julgara estar interpretando mal a Bíblia. O Magistério “infalível” recusa a ser julgado à luz da palavra de Deus.

Ao longo dos séculos a Igreja Católica tem sempre trabalhado para retirar a Bíblia das pessoas comuns. A primeira tática foi dar a Bíblia em latim, uma língua desconhecida para a maioria dos fiéis . Durante séculos foi um pecado mortal possuir e ler a Bíblia no próprio idioma nativo da pessoa, em Tolosa na França (1229), havia até punição inquisitorial para isto. O conselho de Valencia (1229), o Conselho de Trento (1545) e o Papa Clemente XI (1713) e muitos outros, tudo fizeram para impedir as pessoas de possuir a Bíblia no próprio idioma, enquanto homens como Wycliff, Tyndale e Lutero lutaram para dar a Bíblia no idioma comum das pessoas. O papa Pio IX (1866) em sua encíclica Quanta Cura, afirmou que as “Sociedades Bíblicas” era “uma peste” e deveria ser exterminada. Mas o tempo forçou a Igreja romana a mudar sua estratégia devido a Reforma Protestante e hoje muitos católicos têm livre acesso às escrituras graças ao esforço destes homens de Deus. Contudo, esta liberdade vem mascarada pela interpretação do tal Magistério da Igreja. Os católicos continuam sendo manipulados pela cúpula romana!

Agora Vamos analisar o texto de II Pedro 1:20 dentro de seu respectivo contexto empregando as ferramentas da exegese bíblica de acordo com as regras da hermenêutica sagrada. Assim reza o texto:

“E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações; sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo.” (1:19-21)

Uma olhada rápida no texto já deixa clara que não se fala de interpretar versículos Bíblicos, mas de profecias. Pedro diz que nenhuma profecia das escrituras é de particular interpretação. Pedro aqui não está falando sobre o livre exame das escrituras, mas sobre o processo pelo qual a Bíblia chegou até nós ou seja sua origem. Quem ele tem em mente ? O leitor ou os homens que escreveram a Bíblia? É lógico que ele estava falando sobre os profetas. O que ele diz é que nenhuma profecia da Bíblia foi produzida pela vontade do profeta, mas sem nenhuma exceção, todos eles foram guiados pelo Espírito Santo. Embora escrita por homens às profecias não tiveram origem neles, mas em Deus! Assim, em lugar de nos desencorajar de ler e entender a Bíblia para nós mesmos, este verso nos dá confiança para confiarmos na Bíblia completamente pois no verso 19 ele diz: “E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” Apesar de existir pontos difíceis na palavra de Deus (3:16) isto não nos deve desencorajar de estudarmos particularmente a Bíblia, sempre dependendo do Espírito Santo que nos guia a toda a verdade (João 16:13 – I João 2:27) e lançando mão das ciências teológicas disponíveis.

4. Na Bíblia há muitos pontos difíceis de entender II Pedro 3:15, por isso ao colegiado dos bispos em união com o papa foi confiada unicamente esta tarefa. 

Resposta: Este é um dos argumentos católicos para desestimular os fiéis de lerem a Bíblia. Contudo vamos analisar este trecho com mais perspicácia. Vejamos:

“e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada como faz também em todas as suas epístolas, nelas falando acerca destas coisas, nas quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, como o fazem também com as outras Escrituras, para sua própria perdição.Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que pelo engano dos homens perversos sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;”

Perguntamos: onde Pedro ao menos de longe desestimula a leitura da Bíblia por parte dos crentes ? Novamente o contexto deixa clara a questão. Pedro estava falando de eventos escatológicos (v. 1-14). Então passa a relatar que nos escritos de Paulo “acerca destas coisas”. Que coisas ? Obviamente sobre o final dos tempos (escatologia), é este o assunto do contexto! Continuando, ele afirma apenas que há pontos difíceis, e isto não é novidade, pois trata de assuntos futuros, mas em nenhum momento afirma que a Bíblia inteira é difícil e nem desestimula sua leitura, muito pelo contrário, no verso 18 ele insta seus leitores a crescer “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. Ora, Deus diz que o povo perece por que lhes falta exatamente o conhecimento das escrituras: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…. visto que te esqueceste da lei do teu Deus…”(Oséias 4:6). Este é exatamente o conhecimento que precisamos “Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” Mateus 22:29. Pois, tudo que foi escrito para nosso ensino foi escrito, diz Paulo em Romanos 15:4 e I Coríntios 10: 1. Por isso precisamos estudar a Bíblia! 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

BENÇÃOS DO PAPA TRANSFORMAM-SE EM MALDIÇÕES.


Figuras públicas que foram “abençoadas” são atingidas por doenças e desgraças

Recentemente o brasileiro Rubens Barrichello, piloto de fórmula 1 da equipe Ferrari foi com uma comitiva esportiva até o Vaticano presentear o Papa com uma réplica do carro F2004. E em troca deste generoso presente o Papa abençoou o piloto brasileiro.

Rubens que já possui fama de azarado na fórmula 1 tem motivos para ficar ainda mais preocupado. É que os fatos que vamos mostrar aqui, podem não passar de desastrosas coincidências, mas são capazes de arrepiar qualquer cristão: as “bênçãos” do papa vêm se transformando mesmo é em maldição. Afora os inúmeros casos publicados até pela imprensa secular, atuais ou centenários, salta aos olhos a quantidade de personalidades do meio artístico e político, que de uma hora para outra, viram suas vidas profissional e pessoal destruídas e lançadas no fundo do poço, após um encontro com o papa.

A lista é imensa

A escritora e pesquisadora de religiões Mary Schultze, autora do livro “A Deusa do Terceiro Milênio”, deu uma lista destas personalidades e a influência das “bênçãos” do Papa na vida delas.

Quando analisamos tantas “coincidências”, não podemos deixar de alertar as pessoas no sentido de buscarem somente as bênçãos de Cristo, pois os fatos têm demonstrado que receber bênção do papa parece não ser um bom negócio.
De acordo com a pesquisadora, é extensa a lista de figuras e personalidades da história que foram brindadas com a bênção papal e em seguida foram atingidas por algum infortúnio:

Brasileiros

Na lista de Mary, não faltam figuras brasileiras atingidas pela “bênção do papa”, como por exemplo:
O ex-presidente Washington Luiz, foi deposto do cargo, em 1930, logo após ser abençoado pelo Papa.

Já a princesa Isabel foi “abençoada” com a sua expulsão do Brasil, depois de um encontro pessoal com o papa.

O presidente brasileiro Campos Salles – foi assassinado poucos dias depois.

O Presidente brasileiro Afonso Pena – morreu um mês depois.

Dos tempos atuais, duas figuras queridas dos brasileiros também passaram por tribulações e, coincidência ou não,tinham recebido a bênção do papa:

O cantor Roberto Carlos, católico declarado, e sua esposa, Maria Rita, estiveram com João Paulo II em sua última visita ao Brasil, em 97. Pouco mais que um ano depois, ela estava com câncer.

Já o craque Ronaldinho pediu para o papa abençoar, em 98, as alianças de noivado
com a modelo Suzana Wemer, antes da Copa da França. Resultado: além de ver terminado o seu noivado com a modelo, aconteceu o pior: o Brasil perdeu a Copa. E como se não bastasse, Ronaldinho passou as últimas semanas resistindo a uma campanha de difamação por parte da imprensa secular, que tentava envolvê-lo em um escândalo junto a uma agência de prostituição, na Itália. Sem falar do problema no joelho que quase o colocou de vez fora dos gramados.Outras figuras importantes

O evangelista Billy Graam, mesmo conhecendo a fundo a Palavra de Deus, foi a Roma pedir a bênção do papa e, estranhamente, foi acometido do Mal de Parkinson (doença degenerativa do sistema nervoso que provoca tremores incontroláveis).

O papa abençoou Carlota de Bourbon e quando voltou de Roma, enlouqueceu.
O príncipe Napoleão IV morreu logo após ter sido abençoado pelo papa, antes de seguir para Zuzulândia.

Já o príncipe Rodolfo, da Àustria, se suicidou, em 1889, depois de um encontro com o papa.
O jogador Maradona amargou a derrocada de sua brilhante carreira de outrora. Ele também pediu a bênção do papa, e recebeu. Coincidência ou não, perdeu o título do mais famoso campeão argentino e a sua imagem nunca mais foi a mesma, pois não conseguiu se livrar das drogas até hoje.

Afonso XII – morreu prematuramente.

Princesa Lady Diana – Em 1997, morreu em violento acidente auto mobilístico algum tempo antes havia ido a Roma pedir a bênção do papa.

O Imperador da Áustria, Francisco José – sofreu a terrível derrota de Sadowa.
Napoleão III – foi preso na Prússia e morreu exilado e destronado.

Os navios “Santa Maria”e “América” – naufragaram com perda total.

Diz o ex-padre veneziano, Joseph Zachello que serviu o Papa por 34 anos:

Em 1851

Pio IX concedeu a “Rosa de Ouro” ao Rei das Duas Sicilias. Em menos de um ano ele perdeu a coroa e o reino.

Em 1866

Ele abençoou o Kaiser da Áustria. Em menos de um ano este imperador perdeu Veneza e a guerra seguinte.

Em 1867

o Papa abençoou Maximiliano. Imperador do México. Logo em seguida ele foi destronado e morto a tiros.

Em 1895

O Arcebispo de Damasco deu a bênção papal às tropas e frota espanholas. Logo em seguida a Espanha perdeu ambas.

Em 1897

O Núncio Apostólico abençoou o grande “Bazar da Caridade”, em Paris. Cinco minutos mais tarde o prédio ardia em chamas e 150 pessoas da aristocracia pereceram, inclusive a filha da Imperatriz da Áustria.

Em 1906

Fugene Victoria (Ena), filha do Príncipe Henrique, casou com Afonso XIII, Rei da Espanha. sob a bênção papal. Ela havia sido obrigada a renunciar sua fé protestante e por isso foi abençoada. Embora, uma quinzena mais tarde, tenha escapado milagrosamente de um atentado, no qual 13 pessoas pereceram, seu vestido de noiva ficou todo respingado de sangue.

Em 1923

O Papa lhe mandou a “Rosa de Ouro”. Em 1931. ela e o marido foram exilados, quando a Itália se transformou em República, por determinação do Papa. que precisava colocar no Governo daquele país o seu protegido General Franco, para a II Guerra Mundial.

Em 1924

Um rico proprietário de terras nos Estados Unidos – Mr. Edwards – converteu-se ao Catolicismo Romano. Dois anos depois foi a Roma receber a bênção do Papa. tendo morrido 4 dias após e deixou uma rica herança para o Vaticano.

Parece coincidência… Mas é bom não arriscar. Quando Mussolini invadiu a Abissínia e varreu os pobres negros do mapa, o Papa o abençoou nessa “cruzada santa”. Só que, pouco tempo depois, Mussolini e sua amante Clara Petacci foram linchados pelo povo.

Já Winston Churchill, o Leão da II Guerra Mundial, foi a Roma receber a bênção do Papa. Perdeu logo o prestígio em seu país, mesmo tendo ganho essa Guerra para os Aliados.

Quanto a Roosevelt, mandou um representante ao Vaticano “apanhar” a bênção. Perdeu o respeito do povo americano e morreu logo em seguida, sem contemplar a vitória para os Estados Unidos.

Em 1951

A futura Rainha da Inglaterra foi pedir a bênção do Papa. Pouco tempo depois a Inglaterra perdeu os poços petrolíferos no Irã, o Canal de Suez e a guerra contra o Egito.

E para encerrar, em 1958 o Cardeal Stritch. de Chicago, ao ser nomeado Representante no Vaticano, para lá se dirigiu. Adoeceu gravemente e o Papa, que havia abençoado sua viagem, não foi capaz de visitá-lo, quando ele teve de amputar um braço e morrer a poucas quadras da Catedral de São Pedro.

Diante do exposto acima só nos resta orar para que Deus proteja a vida e a carreira de Rubinho e que as “bençãos” do Papa não o alcance também, de modo que possa nos dar novamente a alegria e as vitórias que tanto nos brindava Airton Senna.

A Palavra de Deus é muito clara quanto à origem da bênção, que só pode vir do Senhor; e de nenhum homem ou imagem, mas o catolicismo insiste em transferir para a figura do papa poderes que só pertencem a Deus. A leitura da Bíblia e a observância de seus mandamentos são capazes de atrair bênçãos sem medida sobre a vida do cristão, conforme diz a Palavra “O Senhor determinará que a bênção esteja nos teus celeiros, e em tudo o que puser a tua mão: e te abençoará na tenda que te dá o Senhor teu Deus” (Deuteronômio 28.8).

Fonte: CACP

Renovação Católica Carismática – quais suas características?


Seria correto dizer que o Jl. 2.28-29 (citado por Pedro em At. 2.16-18) teria por extensão atingido os católicos romanos? Muitos entendem que sim, outros dizem que não. Diante do exame, à distância, que alguns têm emitido o seu juízo, vamos fazer nossas apreciações.

ANÁLISE HISTÓRICA

A Renovação Católica Carismática (RCC)  começou em Pittsburgh, Estado da Pensilvânia, Estados Unidos, na Universidade de Duquesne, em 1966. Dois professores leigos de teologia – Ralph Kefer e Bill Storey, começaram uma busca espiritual que os levou a ler os livros ‘A CRUZ E O PUNHAL’, de David Wilkerson e ‘ELES FALAM EM OUTRAS LÍNGUAS’, de John Sherrill. Depois de ler esses livros, os dois homens começaram a procurar pessoas na região de Pittsburgh que tivessem recebido o batismo no Espírito Santo, com acompanhamento de línguas. Com o tempo, e com a ajuda de um sacerdote da Igreja Episcopal, entraram em contato com um grupo de oração liderado por presbiterianos. Nesse grupo de oração pentecostal Kefer e Storey foram balizados com o Espírito Santo e falaram em línguas.

Da Universidade de Duquesne o movimento se espalhou para a Universidade de Notre Dame, em Soth Bend, Indiana. Os eventos de Duquesne foram agora repetidos em Notre Dame, a capital intelectual do catolicismo romano. Os jornais do camping logo começaram a publicar as inacreditáveis notícias do que estava ali acontecendo. Apesar de serem considerados por alguns como fanáticos e extremistas, os novos pentecostais de Notre Dame incluíam vários respeitáveis professores de teologia e destacados estudantes que se tomaram líderes nacionais do movimento.

MUDANÇA DE NOME

Por volta de 1974, o movimento abandonou a denominação ‘CATÓLICOS PENTECOSTAIS’ e adotou ‘CATÓLICOS CARISMÁTICOS’ para não serem confundidos com os crentes pentecostais. Com o tempo, a hierarquia católica começou a dar algumas diretrizes ao movimento, para que se tornasse mais católico. Entre essas diretrizes estava uma ênfase maior na participação da missa, na eucaristia e na veneração a Maria.


BRASIL

No Brasil, a RCC chegou em 1974, no Estado de São Paulo, através dos padres jesuítas, entre eles o padre Harold J. Rahm, e a cidade escolhida foi Campinas. De Campinas a RCC se espalhou por todo o Brasil. Harold J. Rahm é um jesuíta que veio dos Estados Unidos para o Brasil, investido da incumbência de estimular aqui o desenvolvimento carismático católico.

OBJETIVO

A RCC tem como objetivo segurar o católico dentro da sua própria IGREJA e restaurar suas práticas e crendices. Assim, a RCC não está interessada em trazer o povo a uma vida nova em Cristo, mas em torná-lo católico praticante, ter orgulho de ser católico: “Sou Feliz Por Ser Católico”.

“Um dos efeitos admiráveis da experiência carismática que observei foi o de muitos padres e freiras que estavam a ponto de abandonai a Igreja, mas que, por meio deste movimento de oração, sentiram-se revigorados, acharam nele o que estavam procurando. Tinham ficado desapontados com a Igreja… e agora encontraram uma maneira de se dedicarem de todo o coração” (A Renovação Carismática e a Experiência Irlandesa, p. 131).

O QUE MUDOU COM A RCC

  1. Liturgia
 A velha e cansativa liturgia na IC é substituída pela RCC como se fosse um alegre culto evangélico pentecostal: muita música, corinhos, orações, gestos, palmas. A liturgia é com muita participação popular. No livro ‘MISSA DE LIBERTAÇÃO’, do padre Marcelo Rossi, Editora Vozes, pag. 36 a 124, encontram-se cerca de 40 cânticos evangélicos.

  1. Linguagem
Os eruditos cânticos sacros são substituídos por corinhos populares de fácil memorização e com muita alegoria. Ex. “Louvai a Deus” ou “Anjos de Deus” ou “Deus é Dez”.

  1. Aparência
Padre jovens e de boa aparência, trabalhando com a ideia de ‘orgulho católico’, ‘católico, graças a Deus’ ou ‘sou feliz por ser católico’. Padres halterofilistas, jogadores de futebol, cantores, muitos artistas, empresários etc. fazem parte da nova aparência, fruto da RCC.

 DESPERTAMENTO CATÓLICO?

Pode um Católico Romano Ser Batizado no Espírito Santo?

A resposta é não! Um católico praticante de suas doutrinas não pode ser salvo, e consequentemente não pode ser batizado com o Espírito santo.

E as línguas? São comuns os casos de católicos carismáticos que, ao entrarem em igrejas evangélicas, manifestam-se com possessões demoníacas. Aliás, isso não é de admirar, pois os católicos carismáticos são idólatras, principalmente de Maria e da hóstia, e a idolatria é culto aos demônios (1Co. 10.20). Outras manifestações são mera imitação. Uma pessoa ensina como falar línguas estranhas.

 O QUE NÃO MUDOU

Doutrinas Católicas Analisadas à Luz da Bíblia

Nós, crentes, devemos amar os católicos, mas não invalidar a verdade, pois os católicos, não sendo crentes, precisam retificar algumas de suas crenças.

Lutero dizia que era maldita a união que sacrificasse a verdade. João concorda com ele, pois o amor de João não invalidava a verdade “Não tenho maior gozo do que este: o de ouvir que os meus filhos andam na verdade” (IIIJo. 4).

Descrição de uma Ocorrência do Batismo Com o Espírito Santo:

“As orações continuaram, porém, em meio a um alegre bate-papo. Um jovem casal permanecia de mãos dadas. Uma moça bebia Coca-Cola. Um homem oferecia cigarros a alguém. Quando eles, em seguida, iniciaram um cântico que dizia… Senti-me, eu mesmo, sendo absorvida por aquilo” (Católicos Pentecostais, Essa não!!!,p. 61,62).

Observemos: “Alegre bate-papo…; jovem casal de mão dadas…; moça bebendo Coca-Cola…; homem oferecendo cigarros…”, tudo numa cordial reunião de oração! Isso inspira? Ajuda a comunhão com Deus?

A VIRGEM MARIA

Vejamos o que diz a RCC:

“Era normal que a mãe (Maria) presidisse, fosse madrinha desse batismo no Espírito à igreja que no dia de Pentecostes iniciava a sua vida oficial sobre a terra… é ela a esposa do Espírito, que melhor que ninguém nos pode obter as suas graças e a renovação incessante do Pentecostes para todos os membros do seu filho. Por isso, a justo título, é chamada Mãe da Igreja” (Sereis Balizados no Espírito santo, Harold Rahm, p. 70).

“A devoção a Maria tem sido reforçada pelo movimento carismático” (O Movimento Pentecostal na Igreja Católica, Frei E. D. O Connor, p. 167). No livro de O’Connor se diz: “Certas pessoas, que sempre foram devotadas a ela (Maria), se regozijaram por verificar que o Espírito Santo a faz cada vez mais venerável. Muitos, cuja devoção tem sido branda, tornaram-se mais fervorosos, e em alguns casos até ardorosos fieis. Um casal conta como o seu grupo de oração foi se reduzindo aos poucos, até ficar apenas com mais um casal. Por último, em um dos cultos, os quatro se sentaram em silêncio durante uma hora, apenas ouvindo o que Deus poderia desejar falar. Depois resolveram cultivar a devoção à Maria” (A Confusão Carismática, p. 4, apostila 17, A Voz dos Mártires).

No seu livro ‘SEREIS BATIZADOS NO ESPÍRITO’, Rahm reconhece “as vantagens da renovação carismática” na “nova apreciação da Igreja, da liturgia, da eucaristia, de Maria” (p.38). O cúmulo da idolatria: Rahm diz: Aleluia a Maria…” (p. 196). Como sabemos a palavra Aleluia significa: “louvado seja Deus” e jamais pode ser atribuída a uma criatura, mesmo escolhida por Deus como Maria.

O Padre Marcelo declara: “Maria… em sua humildade, fidelidade e capacidade de amar, tornou-se divina. Aqui veremos o que fazer para ter contato maior com a nossa Mãe, que, em todos os momentos, por sua intercessão, nos guarda em seu coração e nos conduz à santidade” (Aprendendo a Dizer Sim com Maria, Editora Vozes, 1998).

Refutação:

  1. a) Maria não é madrinha da Igreja no batismo com o Espírito Santo. Primeiro, porque não existe madrinha de batismo na Bíblia; segundo, porque a Bíblia não fala que Maria foi a madrinha; terceiro, porque Maria foi batizada com o Espírito Santo no mesmo instante em que os outros o foram (At. 1.14; 2.1-4); Como poderia ser batizada e ser madrinha ao mesmo tempo?
  2. b) Não é Maria que nos obtém a renovação do Pentecostes, mas Jesus Cristo (Jo. 14.16; 16.7).

DECLARAÇÕES BLASFEMAS

“…nossa salvação será mais rápida, se chamarmos por Maria, do que se chamarmos por Jesus” (Glórias de Maria, de São Afonso de Ligório, p. 208, Editora Santuário, edição 1989). Hebreus 7.25 afirma que a nossa salvação é efetuada inteiramente por Jesus.

“Há muito tempo teria já cessado de existir o mundo… se o não houvesse Maria sustentado com suas preces…” Lemos em Hb. 1.3 que o mantenedor do universo é Jesus.

“… e agora que temos o Filho como nosso medianeiro, junto ao Pai, e a Mãe como nossa medianeira junto ao Filho. Como poderia o Pai deixar desatendido ao Filho, quando este lhe mostra as chagas recebidas por amor aos pecadores? E como poderia o Filho desatender à Mãe, mostrando-lhe esta os seios que o sustentaram?” (Idem, p 209).

“Maria livra do inferno a seus devotos. Um verdadeiro devoto de Maria não se perde”…É impossível salvar-se quem não é devoto de Maria e não vive sob sua proteção…” (Ibidem, p. 182,83).

Refutação:

Em relação a esse ensino, a posição evangélica é que “há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homem, Cristo Jesus, homem” (1Tm. 2.5). Ouvindo a Palavra de Deus “de sorte que a fé é peio ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm. 10.17); o Espírito Santo convence o pecador do pecado da incredulidade (Jo. 16.7-9) e ele recebe a Cristo como Salvador e Senhor e dele recebe o perdão de pecados e a certeza de que agora é filho de Deus (Jo 1.12; 1Jo. 2.1,2,12; 3.1-3), com direito à herança no céu (Jo 14.2,3). Jesus nos livra da ira vindoura (Mt. 25.34; Rm. 8.1; Hb. 7.25).

SACRAMENTOS

Outros testemunhos da RCC

“A maioria de nós recebeu o batismo no Espírito Santo, enquanto estava de joelhos, em oração, diante do santíssimo sacramento” (Católicos Pentecostais, Essa não!!!, p. 45).

“Antes eu aceitava simplesmente a igreja: agora eu agradeço a Deus por ela e oro por ela… Tenho um maior amor pelos sacramentos, principalmente pelas penitências e a eucaristia…” (Limiar da Promessa de Deus, p. 65).

“…é natural que após a purificação sacramental…, e a recepção de Cristo na Eucaristia, muitos sejam batizados com o Espírito Santo” (Sereis Balizados no Espírito, p. 199, Harold J. Rahm).

“Sacramento é um sinal sensível e eficaz da graça instituído por Jesus Cristo, para santificar nossas almas” – resposta à pergunta 516 do Terceiro Catecismo de Doutrina Cristã, p. 100).

“Os sacramentos são sete: Batismo, Confirmação ou Crisma, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio” – resposta à pergunta 519, idem, p. 101).

“543. Quais são os Sacramentos mais necessários para nossa salvação? Os Sacramentos mais necessários para nossa salvação são dois: o Batismo e a Penitência. 544. Qual é o maior de todos os Sacramentos? O maior de todos os Sacramentos é o Sacramento da Eucaristia, porque contém não só a graça, mas também ao mesmo Jesus Cristo, autor da graça e dos Sacramentos” (Ibidem, p.104).

Eucaristia: declaração de um membro da RCC: ”Cheguei a entender de maneira mais perfeita a Eucaristia como sacrifício e voltei à confissão frequente, a qual antes tinha dúvidas sobre seu valor como agente de correção” (citado em Católicos Pentecostais? Essa não!!!, p. 40).

Ensinando sobre a Eucaristia diz a IC: “A Eucaristia é um Sacramento que, pela admirável conversão de toda a substância do pão no Corpo de Jesus cristo, e de toda a substância do vinho no seu precioso sangue, contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade do mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor, debaixo das espécies de pão e de vinho, para ser nosso alimento espiritual”. Ensina mais, que na Eucaristia está o mesmo Jesus Cristo que está no céu. Esclarece ainda que essa mudança conhecida como transubstanciação “ocorre no ato em que o sacerdote, na santa Missa, pronuncia as palavras de consagração: Isto é o meu Corpo; este é o meu sangue”. “619. Deve-se adorar a Eucaristia? A Eucaristia deve ser adorada por todos, porque ela contém verdadeira, real e substancialmente o mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor”.

Refutação:

Esta doutrina é contrária ao bom senso e ao testemunho dos sentidos: o bom senso não pode admitir que o pão e o vinho oferecidos pelo Senhor aos seus discípulos, na Ceia, fossem a sua própria carne e o seu sangue, ao mesmo tempo em que permanecia em pé diante deles vivo, em carne e osso. É manifesto que Jesus, segundo seu costume, empregou uma linguagem simbólica, que queria dizer: este pão que parti, representa meu corpo que vai ser partido por vossos pecados; o vinho neste cálice representa meu sangue, que vai ser derramado para apagar os vossos pecados. Não há ninguém, de mediano bom senso, que compreenda no sentido literal estas expressões simbólicas do Salvador: “Eu sou a porta”, “eu sou a videira”, “eu sou o caminho”. A razão humana não pode admitir tampouco o pensamento de que o corpo de Jesus, tal qual se encontra no céu (Lc. 24.39; Fp. 3.20) esteja nos elementos da Ceia. Como admitir-se que Jesus desça aos altares romanistas revestido do corpo que teve sobre a terra, e se deixe prender nos altares católicos?

PENITÊNCIA

“A Penitência, chamada também Confissão, é o Sacramento instituído por Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo. Depois de feito o sinal da Cruz, o católico deve dizer: Eu me confesso a Deus todo-poderoso, à bem-aventurada sempre Virgem Maria, a todos os Santos, e a vós, Padre, porque pequei. As obras de penitência podem reduzir-se a três espécies: à oração, ao jejum, à esmola”.

Refutação:

A justiça de Deus o homem não pode satisfazer, mas Cristo já satisfez a justiça de Deus com sua obra na cruz (2Co. 5.21; Rm. 4.25; Gl. 2.16; 3.11). Não há um só caso de alguém que tenha confessado os seus pecados a homens ou mesmo aos apóstolos. Em 1Jo. 1.7,9 João ensinou que devemos confessar nossos pecados a Jesus e que ele é suficiente para perdoar.

“A assistência diária à missa tomou-se minha maneira de viver. Através da missa recebo forças de que necessito para testemunhar de Cristo e dos seus ensinamentos” (Católicos Pentecostais, Essa Não!!!, p. 45).

FONTE DE AUTORIDADE RELIGIOSA: A Bíblia e a Tradição

A IC afirma que a Bíblia, por si só, não constitui todo o campo do conhecimento de Deus, e, que, por isso, deve ser suplementada pelos ensinos da Tradição. “As verdades que Deus revelou acham-se na Sagrada Escritura e na tradição” (Terceiro Catecismo de Doutrina Cristã, p. 160, resposta à pergunta 870). “A Tradição deve ter-se na mesma consideração em que se tem a palavra de Deus contida na Sagrada Escritura” (idem, p. 161, resposta à pergunta 887).

Refutação:

A Tradição é uma traição ao evangelho. É, sem dúvida nenhuma, um outro evangelho (Gl. 1.8). Contrariando essa posição, nós, evangélicos, sustentamos que em matéria de fé e prática a Bíblia é suficiente. Cremos ser a Bíblia a Palavra de Deus, única regra infalível de fé e conduta para a vida e o caráter cristão (Pv. 30.5-6; Mt.15.1-3; At. 20.27; 1Ts. 2.13; 2Tm. 1.5; 3.15-17; Ap. 22.18).

O PAPA

A RCC aceita o papa como vigário (substituto) de Cristo na terra. O catolicismo afirma que “O Papa, a quem chamamos também Sumo Pontífice ou romano Pontífice, é o sucessor de São Pedro na Sede de Roma, o vigário de Jesus Cristo na terra, e o chefe visível da Igreja” (Idem, p. 44, resposta à pergunta 191).

Refutação:

As seguintes expressões sobre o Papa contrariam a Bíblia:

  1. Sumo Pontífice: Jesus é o Sumo Pastor (1Pe. 5.4);
  2. É a ponte ou caminho entre nós e Deus (Jo. 14.6; 1Tm. 2.5);
  3. O vigário de Jesus é o Espírito Santo e não o Papa (Jo. 14.16-18);
  4. O chefe invisível da Igreja é Jesus. Um Cristo visível só pode ser um falso cristo (Mt. 24.23,24; Ef. 1.20-22).

CONFISSÃO AURICULAR

A Confissão Auricular foi introduzida por Inocêncio III em 1215. O ensino católico sobre a confissão é: ”Eu, pecador, me confesso a Deus, Todo-poderoso, à bem-aventurada Virgem Maria, ao bem-aventurado S. Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado São João Batista, aos .santos Apóstolos S. Pedro e São Paulo, a todos os santos e a vós, padre, que pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa. Portanto, peço e rogo à bem aventurada virgem Maria, ao bem-aventurado S. Miguel Arcanjo, ao bem aventurado S. João Batista, aos santos apóstolos S. Pedro e S. Paulo, a todos os Santos e a vós, padre, que rogueis por mim a Deus Nosso Senhor”. A seguir o pecador descreve os seus pecados pormenorizadamente. A IC procura apoio bíblico para a confissão auricular em Mt. 3.6; Tg. 5.16 e At. 19.18.

Refutação:

Em Mt. 3.6 as pessoas faziam uma confissão aberta e publicamente a João Batista e ele as batizava com a mesma publicidade; quando diz que confessavam os seus pecados, evidente que era isto um ato tão público como o do batismo que eles recebiam. O mesmo se pode dizer de At. 19.18, um ato de confissão pública, e nada de confissão auricular. E Tg. 5.16 trata de confissão fraternal e não sacerdotal. O pecado deve ser confessado diretamente a Deus. Assim o fez Daniel (1.8-9; 9.4-5; SI. 32.5).

OS SANTOS

A IC declara que os santos são pessoas que, durante suas vidas, praticaram grande piedade e virtude. Essas pessoas, agora no céu, podem responder nossas orações. Podem ser venerados, não adorados. Ensina a IC:

”339. É coisa boa e útil recorrer à intercessão dos Santos? É coisa utilíssima invocar os Santos, e todo o cristão o deve fazer. Devemos invocar particularmente nossos anjos da guarda. São José, protetor da Igreja, os Santos Apóstolos, o Santo do nosso nome e os Santos protetores da diocese e da paróquia”.

Refutação:

A Bíblia não autoriza a invocação de ‘Santos’ Os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar e Jesus não mandou que fossem a Maria ou aos Santos. Não, mil vezes. “Quando orardes dizei: Pai nosso, que estais nos céus…” (Lc. 11.1-2). Convidou todos a ir a Ele para encontrar descanso (Mt. 11.28). Mais referências: Fp. 4.6-7; Hb. 4.14-16; Rm 10.13; 8.33-34. É com clareza que ensina que nossa invocação deve ser feita ao Pai, em seu nome: Jo. 14.13-14; At. 2.21. Os santos são apenas criaturas e infinitamente menores do que Deus.

IDOLATRIA

A IC insiste em dizer que não comete o pecado de idolatria quando se prostram os católicos diante da imagem de um suposto ‘santo’. Ensina a IC:

“358. Que é idolatria? Chama-se idolatria o prestar a alguma criatura, por exemplo a uma estátua, a uma imagem, a um homem, o culto supremo de adoração, devido só a Deus. 359. Como está expressa na Sagrada Escritura esta proibição? Na Sagrada Escritura está expressa esta proibição com as palavras: Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma de tudo o que há em cima, no céu, e do que há embaixo, na terra. E não adorarás a tais coisas, nem lhes dará culto” (Terceiro Catecismo…, p. 74). 371. Que diferença há entre o culto que prestamos a Deus, e o culto que prestamos aos Santos? Entre o culto que prestamos a Deus e o culto que prestamos aos Santos há esta diferença: que a Deus adoramo-Lo pela sua infinita excelência, ao passo que aos santos não os adoramos, mas só os honramos e veneramos como amigos de Deus e nossos intercessores junto dEle” (Ibidem, p. 76).

Refutação:

A palavra idolatria significa “prestar culto divino a uma criatura ou culto prestado a um objeto fabricado, no qual se supõe qualquer coisa de Deus”. Os católicos procuram minimizar o problema, afirmando que não prestam adoração às imagens, mas apenas as veneram.

Vejamos se isso não é adoração: ajoelham-se diante das imagens; acendem-lhes velas; prostram-se diante delas, fazem promessas; carregam-nas em procissões tem-nas como padroeiros.

PURGATÓRIO

A IC ensina: “757. Vão logo para o céu os que morrem depois de ter recebido a absolvição, mas antes de terem satisfeito plenamente à justiça de Deus? Não; eles vão para o Purgatório, para ali satisfazerem à justiça de Deus“ (Ibidem, p. 144).

Refutação:

A IC descobriu quatro lugares no além: céu, inferno, purgatório e limbo. Para o limbo vão as pobres crianças que morrem sem batismo. Não vão para o inferno, dizem, mas ficam numa sobra eterna, sem penas, sem sofrimentos, mas também sem gozo algum. A Bíblia diz que o batismo não salva ninguém (At. 10.47; Ef. 2.8-9; Mt. 3.15; Tt. 3.5). Não ficou satisfeita com o que Cristo mencionou: dois caminhos, duas portas, dois fins (Mt. 7.13-14; 25.34,41,46).

Matéria com o subtítulo “A Falsa Propaganda do Ecumenismo Pentecostal, citando um trecho um trecho do livro ‘ESSE CRENTE CHATO’, do Pr. Robinson, da ABU (Associação Bíblica Universitária) diz: “O pentecostalismo católico não gosta de estudar doutrinas (isso divide), usando como padrões o companheirismo na mesma experiência e o ‘amor’, em vez das Escrituras. E agora? …isso nos mostra que o critério é a unidade pela unidade, a fraternidade pela fraternidade, o amor pelo amor, as ‘línguas’ pelas ‘línguas’ e nada pelas Escrituras. A Bíblia já não seria o critério normativo de verdade, de julgamento e de discernimento(…) A ingenuidade de muitos, a falta de conhecimento doutrinário, a falta de coragem para ficar firme e proclamar as Escrituras como única regra de fé e prática, a falta de postura para dizer NÃO, a busca de um ‘amor’ e de uma ‘fraternidade’ são alguns versículos usados por Satanás para selar tal espúrio Ecumenismo” (…).